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Arembepe fica no municipio de Camaçari, na Bahia, a aproximadamente 50 quilômetros de Salvador.

A certa fama que o local tem se deve à presença da primeira aldeia hippie do Brasil, que em seu auge, nos anos 70, recebeu as visitas de Janis Joplis, Mick Jagger e Novos Baianos. Mas o que Arembepe tem de melhor mesmo, são as praias.

O centrinho da cidade tem duas praças bem cuidadas, com restaurantes, bares, barracas de comida e playground para crianças. É aí que os moradores e turistas aproveitam as noites frescas.

Procuramos por hospedagem quando chegamos lá e encontramos opções a partir de R$100, perto do centro e da praia de Arembepe.

Praia de Arembepe

A Praia de Arembepe, a mais próxima à vila, tem uma enorme barreira de corais, que parece um paredão quando a maré está baixa. Com o movimento do mar, as ondas batem com força nos corais, jogando água para todos os lados. O visual é paradisíaco e até meio hipnotizante. Dá pra ficar horas só observando esse show da natureza!

Durante a maré baixa, piscinas naturais são formadas na frente da barreira de corais, com a água bem quentinha. Enquanto adultos relaxam e crianças se divertem nas água calmas, atrás do paredão, os surfistas da região pegam altas ondas.

Arembepe

Arembepe

Arembepe

Arembepe

Na beira da praia tem alguns quiosques e restaurantes, com bebidas e refeições. Também há alguns vendedores ambulantes pela areia. Fomos no restaurante Mar Aberto, que tem uma vista maravilhosa e o melhor bobó de camarão que já comemos!

Praia de Piruí

Em uma caminhada de aproximadamente 40 minutos a partir da praia de Arembepe, chegamos à Praia de Piruí, mais vazia que a anterior e também com barreiras de corais e piscinas naturais. A água é bem clara e quente.

O caminho entre as praias é bem bonito e Piruí parece ainda mais conservada que Arembepe, com menos casas e mais coqueiros pela orla.

Arembepe

Arembepe

A Aldeia Hippie

Fomos alertados por alguns moradores que a região da aldeia está passando por problemas com a criminalidade e nos disseram que por isso, muitas pessoas que moravam lá acabaram indo embora e que não recomendavam a visita por enquanto. Decidimos ir mesmo assim, porque se deixarmos de fazer tudo que as pessoas acham perigoso, nem sairíamos de casa, não é?

O caminho para a aldeia é em estradinha de terra, e dá uns 20 minutos de caminhada a partir do centro. Poucas casas, muita natureza e uma sede do Projeto Tamar são as únicas coisas no meio do trajeto.

Chegando lá, encontramos com o Alceu, que estava fechando o bar onde pretendíamos tomar uma cerveja. Ele estava com pressa, mas conversou um pouco com a gente e passou toda aquela mensagem de paz, amor e liberdade. O restaurante também estava fechado e na feira de artesanato, apenas uma moça estava expondo seus produtos.

Demos uma volta pela aldeia, vimos as casas construídas com barro e garrafas de vidro, mas estava tudo muito vazio, talvez nos finais de semana seja mais animado. Recomendamos o passeio como curiosidade e pela beleza natural do lugar, que é demais!

Aldeia hippie

Aldeia hippie

Aldeia hippie

Aldeia hippie

Arembepe

Teve alguma experiência diferente na Aldeia? Conte pra gente nos comentários!

 

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